Agora ficou muito mais fácil conseguir entrar no programa Minha Casa Minha Vida e realizar o sonho da casa própria!
As atualizações importantes estão facilitando ainda mais o acesso à moradia! Quem ganha até R$12.000 pode ter o direito!
Você permanecerá neste site
Com condições de financiamento mais acessíveis, juros reduzidos e prazos estendidos em certas faixas de renda, o programa se reforça como alternativa para quem deseja sair do aluguel e conquistar o próprio lar.
O governo federal ampliou o escopo do programa, criando uma nova faixa de renda para até aproximadamente R$ 12 000 mensais e ajustando faixas de renda mais baixas. A meta é dar acesso a um público mais amplo, incluindo a classe média.
Quem pode participar do Minha Casa Minha Vida?
Famílias com renda familiar mensal de até cerca de R$ 12 000 podem se inscrever no programa. Entretanto, as condições dependem da faixa de renda em que a família se enquadra — quanto menor a renda, maiores os subsídios e melhores as condições.
Confira os requisitos principais:
- Faixa de renda conforme os tetos atualizados (por exemplo: Faixa 1: até ~R$ 2.850; Faixa 2: ~R$ 2.850,01 a R$ 4.700; Faixa 3: ~R$ 4.700,01 a ~R$ 8.600; Faixa 4: ~R$ 8.600,01 a ~R$ 12.000) em áreas urbanas.
- Documentação atualizada (identidade, CPF, comprovante de renda, etc.).
- Não possuir imóvel residencial em seu nome.
- Fazer o cadastro no programa (por meio da prefeitura, da agência bancária, ou outro canal conforme município).
- Aguardar a análise, aprovação e convocações específicas para cada empreendimento.
Se você quer sair do aluguel e aproveitar essa chance, faça sua inscrição no programa e fique mais perto do seu novo lar: Ver como fazer o cadastroVocê permanecerá neste site
Em 2026, recebem atenção especial famílias em situação de vulnerabilidade — por exemplo, mulheres chefes de família, pessoas com deficiência, beneficiários de programas sociais.
A grande novidade é a introdução da Faixa 4 — voltada à classe média — para famílias com renda entre cerca de R$ 8.600 e R$ 12.000 mensais. Nessa faixa, as taxas de financiamento são mais atrativas que as do mercado convencional, e os prazos podem ser mais longos, embora os subsídios sejam menores ou inexistentes.